Chelsea volta ao estádio Luzhniki e no Bernabéu; Real e Milan se enfrentam e fazem duelo de Titãns
O Chelsea volta, nesta terça-feira, para encarar o Spartak Moscou pelo Grupo F da Liga dos Campeões, ao estádio Luzhniki, local que não traz boas recordações ao clube londrino. Afinal, foi na arena russa que os Blues perderam o título dessa mesma competição para o Manchester United em 2008. Agora, porém, a história é diferente, e a equipe de Carlo Ancelotti briga por uma vaga na próxima fase do torneio.
O duelo vale também a liderança do grupo. Chelsea e Spartak venceram seus dois primeiros compromissos e somam seis pontos, cada, embora os ingleses levem vantagem no saldo de gols. Os outros integrantes da chave, que se enfrentam nesta terça, Olympique e Zilina, ocupam a terceira e a quarta posição, respectivamente, sem nenhum ponto conquistado até agora. O Chelsea tem quatro desfalques importantes para o duelo. Drogba, com uma virose, e Lampard, que se recupera de uma lesão na virilha, assim como os brasileiros Alex e Ramires, estão entregues ao departamento médico do clube inglês e não jogam.
O técnico Carlo Ancelotti, no entanto, terá a volta de Kalou e acredita que o time estará preparado para entrar em campo três dias após o empate com o Aston Villa.
- Estamos acostumados a jogar novamente após três dias, não tivemos problema com viagem e acho que todos os jogadores estão preparados e tiveram um bom descanso após o jogo. Eu não acho que teremos problemas para esta terça - disse o treinador.
O Spartak também tem problemas com o seu Alex. O meia, ex-Internacional, ainda não se recuperou totalmente de uma lesão muscular na perna direita e está fora do jogo desta terça. Com isso, o volante Ibson e o atacante Welliton, ex-Goiás, não terão sua companhia no time russo.
- Senti uma dor forte na perna quando arranquei para disputar uma jogada e tive que deixar o jogo. Como foi uma lesão leve, estava esperançoso de jogar, mas infelizmente não houve melhora suficiente. Decidi em conjunto com os médicos e com a comissão técnica que era melhor eu ficar de fora da partida para não correr o risco de agravar a contusão - disse o jogador, que sentiu na última sexta-feira, na vitória sobre o Alania Vladikavkaz, pelo Campeonato Russo.
Com nove títulos, merengues lideram o Grupo G em boa fase. Rubro-Negro, campeão em sete oportunidades, aposta no trio Ronaldinho-Ibra-Pato;
São 16 títulos de Liga dos Campeões em campo, dezenas de campeonatos nacionais, craques capazes de decidir o jogo num piscar de olhos... Real Madrid (nove vezes campeão) e Milan (sete vezes) fazem um clássico nesta terça-feira, às 16h45 (de Brasília), no Santiago Bernabéu, pela terceira rodada do Grupo G da Liga dos Campeões, já com muita história para contar. Seja uma das antigas, como a final de 1958, vencida pelos merengues de Di Stefano na prorrogação. Ou uma recente, com triunfo dos italianos, em noite de Alexandre Pato há praticamente um ano.
Na tabela de classificação do Grupo G, o time merengue lidera a chave com seis pontos. Em seguida vem o Milan, com quatro. Na terceira posição aparece o Ajax com três. O Auxerre ocupa a lanterna com nenhum ponto marcado.
Nos 3 a 2 no mesmo Santiago Bernabéu, no dia 21 de outubro de 2009, o Milan ainda não tinha o sueco Zlatan Ibrahimovic, maior contratação para a temporada e um dos destaques da boa campanha do Rubro-Negro no Italiano - é o segundo, atrás apenas do Lazio. O Real Madrid também investiu, como de costume. Chegaram jovens realidades como o argentino Angel Di María e o alemão Mesut Özil, que substituem o lesionado Kaká à altura.
O time de José Mourinho, que por enquanto tem início de temporada arrasador, encara seu primeiro teste “sério”. No Campeonato Espanhol, o Real lidera, tem o melhor ataque, a melhor defesa e o artilheiro, Cristiano Ronaldo, que marcou seis gols. É um começo promissor para um projeto que tem como objetivo o décimo troféu da principal competição europeia, torneio que o clube não vence desde 2002.
Após vitórias sobre Ajax (em casa) e Auxerre (fora), o Real está a um passo de ficar tranquilo em um grupo que se mostrava complicado. Basta vencer o Milan e chegar aos nove pontos - o Rubro-Negro soma quatro. Para isso, Mourinho poderá contar com praticamente aquele que considera o seu time ideal, somente sem o lateral-direito Sergio Ramos, lesionado.
Como se não bastassem todos estes ingredientes, o jogo terá arbitragem de Pedro Proença, compatriota e desafeto de Mourinho, que já foi expulso de campo por ele em três ocasiões.
O time italiano, no entanto, já foi apelidado de “Samba-Milan”, devido à forte presença dos brasileiros, começando por Pato, que, após vários meses lesionado, vem se destacando no clube (marcou duas vezes contra o Chievo) e na seleção (três gols em três partidas desde a chegada do treinador Mano Menezes, que esteve no San Siro na partida de sábado e também verá o jogo desta terça no estádio).
Ronaldinho Gaúcho, intimamente ligado ao Barcelona, rival do Real; e Robinho, que deixou o clube da capital espanhola rumo ao Manchester City há duas temporadas para se tornar “o melhor jogador do mundo” e acabou voltando ao Santos antes de chegar ao Milan, também estão em evidência.
A principal dúvida do treinador do Milan, Massimiliano Allegri, é o zagueiro brasileiro Thiago Silva, que, apesar de ter sido relacionado e de ter viajado com o time, sofreu uma torção no tornozelo esquerdo, e fará teste no vestiário.
Real Madrid: Casillas, Arbeloa, Ricardo Carvalho, Pepe e Marcelo; Khedira, Xabi Alonso, Di María e Özil; Cristiano Ronaldo e Higuaín.
Milan: Abbiati, Zambrotta, Bonera, Nesta e Antonini; Gattuso, Pirlo e Seedorf; Ronaldinho Gaúcho, Pato e Ibrahimovic.
SAP: Thiago Silva é dúvida.
SAP-2: No Milan para reforçar a marcação, Seedorf pode sair para dar à vaga à Ambrosini.
- terça-feira, 19 de outubro de 2010
- Postado por Adriel Henrique às 12:59
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